"Tu não vês televisão, telenovelas. É por isso que não vês maldade nas pessoas, pareces uma princesa da Disney, que vive no meio da floresta com as fadas madrinhas ou no mar com os peixes falantes."
sábado, 27 de agosto de 2011
Então é assim
Ontem, uma pessoa que tenho em razoável consideração, fartou-se de me chatear a acerca do suposto mau gosto que o meu fundo vermelho tinha. Vencida pelo cansaço lá concordei em mudar e como sou uma pessoa de cumprir as promessas, aqui está o resultado. Agora estou pior do que estragada porque isto está feio como uma coisa que eu cá sei e não tenho paciência para estar a fazer experiências. Fica assim até ter, - o que conhecendo-me pode ir de meses a anos. Como o blogue não vai aguentar esse tempo arrisco-me a dizer que vai ficar assim para sempre. Não me culpem a mim, aproveitem para retirar a moral que não devemos dar ouvidos aos outros.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Das relações amorosas
Se forem bem levadas a única coisa que se altera na tua vida é a alegria genuína que passas a sentir de cada vez que te aparece o período.
Ontem voltei a ter uma insónia e eram duas da manhã quando comecei a ver o Gilda, um clássico noir que tinha para aí há cerca de uma década para ver e nunca mais. Gostei muito e agora fazia uma pequena exposição sobre a qualidade do cinema nesse tempo, que ia desde argumentos realmente interessantes e com detalhes originais, a romances censurados pela época com os beijos de boca fechada como imagem de marca mas que mesmo assim conseguiam ser sensuais para quem assiste, e a realização e a fotografia, ambas cheias de classe, nível, dá gosto ver. Fica para outro dia que vou para a praia, do Gilda só posso acrescentar que se um dia tiverem uma filha e quiserem ter a certeza que ela vai ser uma brasa, metam-lhe o nome de Rita.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A solidão de determinados homens
Há determinados homens que só se contentam em arranjar mulheres díficeis. Dá-lhes um certo gozo treinar os seus modos de animal predador e a adrenalina da conquista de uma mulher que antecipam que é boa torna-se um perigoso vício, uma espiral da mais refinada sedução, jantares caros, cerco mais do que cerrado em todas as frentes. Esses homens, aplicam tanto fervor nessa fase inicial do romance - aí elogiam e admiram tanto - que depois quando a conquistam, cedo começam a olhá-la com alguma vulgaridade. Daí deriva uma quebra de interesse que não passa despercebida à mulher que estava a ser apaparicada e que ouviu dizer que era linda, inteligente, interessante e que agora passa a parecer uma intrusa, não somente uma intrusa, uma intrusa das horas vagas que ele a custo lhe cede. Os mais extremistas são tão bons a sentir estas coisas - esta alteração substancial das circunstâncias, que é uma expressão jurídica altamente aplicável a este cenário - que conseguem fazer a própria mulher duvidar da sua beleza, da sua inteligência, do seu interesse. Até ao dia em que depois de muito rombo de auto-estima, aparece outro que a re-descobre e ela volta a ter seguranças daquilo que é, por mais silly e anti-feminista que seja esta ideia de ser um homem a destruir e outro a renascer o amor- próprio de uma mulher. Ele, o primeiro, aperceber-se-á do que perdeu no seu desleixo e negligência picuinhas, quando tentar reconstruí-la nas bimbas, pacóvias e suburbanas que vai usar de seguida para a esquecer.
Quebra - tesão
Hoje estava à preparar-me para a aula de BodyCombat, a por aquelas faixas à volta das mãos que basicamente só servem para o estilo, a pensar o que estava ali a fazer, cheia de sono, quando entra um tipo todo bom na sala e eu subitamente fico cheia de energia e com vontade de caprichar no meu desempenho, normalmente medíocre. A aula estava a ser muito mais divertida e rápida do que o costume até ao momento em que percebi que ele estava a fazer flexões de joelhos. Como eu e todas as outras restantes mulheres.
[ah a falta que a tropa anda a fazer.]
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