sexta-feira, 18 de março de 2011

Muito bem só se fala em crise mas há coisas que me continuam a surpreender. Ontem, atrasei-me de manhã e tive de apanhar um táxi para o Palácio da Justiça, onde tinha de estar as 10 horas. Fui surpreendida por uma fila avassaladora no Viaduto Duarte Pacheco. Sim, eu sei que continua a existir muita gente que teima a trazer o carro para o centro de Lisboa (eu, adepta ferranha dos transportes públicos, sinceramente não percebo porquê) e sei que isso provoca trânsito matinal. Eu vejo a edição da manhã na Sic Notícias e não foi o facto de existir trânsito que me deixou chocada. Mas sim trânsito aquela hora. Questiono-me a que horas começam aquelas pessoas a trabalhar, se às 10 e tal ainda estão presas no tráfego e se quando chegarem ao trabalho, ainda demoram a ligar o computador, a tomar café, a ir à casa de banho. Como é que é possível ser produtivo?

quarta-feira, 16 de março de 2011

terça-feira, 15 de março de 2011

É muito fodido quando alguém não consegue perceber que só desejamos o melhor para ele. Embora exista todo um percurso que pareça dizer que não.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Li algures, não sei onde, não posso citar. Mas às vezes a maior prova de amor que podemos dar, é mesmo reconhecer que o outro está melhor sem nós.