terça-feira, 15 de março de 2011

É muito fodido quando alguém não consegue perceber que só desejamos o melhor para ele. Embora exista todo um percurso que pareça dizer que não.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Li algures, não sei onde, não posso citar. Mas às vezes a maior prova de amor que podemos dar, é mesmo reconhecer que o outro está melhor sem nós.

Prioridades II

O Sócrates vai falar ao país às 20 horas e nessa altura eu vou estar no bem bom da minha aula de ginástica. Pôr os glúteos redondinhos sim, isso é sério.
















Ora a porra, tenho de fazer um trabalho sobre uma destas imagens e eu tenho uma malapata com a Benetton, por razões que não interessam. O autor delas, Oliviero Toscani diz que a publicidade é um vínculo artístico; que não utiliza estas mensagens para vender pólos da Benetton, mas que inversamente utiliza a Benetton para vender causas. Não sei se sou eu que serei demasiado cínica e só assim se explicará a razão pela qual eu nunca consegui apreender esse conteúdo humanitário e achei sempre os anúncios, além de pretensiosos, exploradores. Se calhar e afinal tenho medo do grande papão chamado capitalismo. Mas o meu sentido de gosto não releva, tenho de ver se aquilo é contrário aos bons costumes e a minha vontade é mandar os conceitos indeterminados a um sítio começado pela letra "m".

Uma pessoa arranja um tempinho extra e decide-se a vir almoçar a casa. Enquanto se tem um semi-colapso nervoso porque é informada que amanhã tem um teste (a sequela de um primeiro, que já correu mal e cuja nota ainda se desconhece mas não se augura boa), fazem-se rebuscados cálculos do tempo que ainda se vai dispender na Loja do Cidadão (supostamente com hora marcada mas é melhor não confiar num ideal funcionamento do serviço público) e pensa-se no escritório, para o qual, ainda se devia voltar. Todavia, o pior foi acompanhar as minhas courgettes com salmão com o programa da Trya, que já não via há muito tempo. Uma senhora com ar andrógino dizia "Eu apaixonei-me pelo Buck por ele ser muito homem. Ele é muito homem! Mas tem uma vagina, e eu não tenho problemas com isso. Aliás, adoro-a!" - o Buck, sentado ao lado, com uma careca reluzente e com uns pélos faciais ralos aparados em pêra, ria-se. Não perdi o apetite que não sou cá de me impressionar mas o meu intelecto vomitou-se todo.

domingo, 13 de março de 2011

Quando acabei de ver a reportagem da Sic, sobre pessoas que tinham medo de andar de avião e conseguiram acabar com ele, só tive vontade de pegar no telefone e ligar a quem ia achar aquilo útil.

Gostar de Gatos


ex vi PostSecret