segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

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Já me aconteceu andar algum tempo a namorar numa loja determinada peça de roupa. Imaginemos que se trata de uma camisola. Um dia, agarro num exemplar M dessa camisola e levo-o para casa, sem experimentar. Continuo a achar a camisola muito gira e até foi em conta, mas começo a cismar que se calhar um S ficaria melhor do que um M. A camisola não deixa de ser o máximo por aquilo, adoro-a de qualquer forma há só um pequeno "se" que é facilmente resolvido de volta na loja. Mas depois chego lá para concretizar a troca e vejo uma mala nova, item recém-surgido, por o qual me apaixono automaticamente e que assume ali uma importância quase igual ao objecto inicial então desejado. Que chatice agora, ou pelo contrário, que maravilha que aquela primeira compra em vão (ainda que boa, porque sublinhe-se a camisola continua a ser linda linda linda, tão boa que eu não sei como me vou desfazer dela...) me permita adquirir um outro bem que me satisfaça mais? A mesma lógica aplicada aqui, por alguém certamente muito profundo e bem formado.

3 comentários:

Limited Edition disse...

Até me vieram as lagrimas aos olhos. Que gente é esta?

happy disse...

Inacreditável! Que mundo é este...

Izzie disse...

Como é possível??? Há gente sem coração.