quarta-feira, 21 de novembro de 2012

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Uma pessoa está prestes a fazer, contrariada, uma viagem que vai demorar cerca de oito horas. De repente, ao arrumar as últimas coisas das quais necessita para se pôr a caminho ( um compridos para a indisposição, toalhinhas dodot que dão sempre jeito, snacks de enfiar na cova de um dente, livrinho e bloco de notas, creme de mãos, carregador de bateria, etc, etc) pega no Ipod e repara que o demónio-ingrato - castigodivino - filhodeumagrandecabra - marraficodeumraio do adorado gato, esse pequeno príncipe felino da Encarnação decidiu, num pet classic moment, roer os phones. Posso sempre aproveitar esse tempo para reflexão extrema acerca da minha nessidade em ter em casa seres que me mexam nas coisas, sejam eles gatos, namorado e filhos.

4 comentários:

Mariam disse...

Mostra lá a nova peste...
Tenho acompanhado as tuas perdas e ganhos e, entre headphones roídos e lágrimas lambidas, no cômputo geral tens conseguido um balanço positivo e isso é tão bom de ler. Obrigada.

RBM disse...

Tem sim, e reconheço isso. A nova peste foi um malandro que foi abandonado dias depois do meu gaspar morrer. achei a história tão triste, que não resisti e trouxe-o mesmo para minha casa (os outros estavam na casa dos meus pais). é um amor, também malhado em preto e branco e com um bigode hispter :) dps meto fotos.

(e obrigada eu)

Márcia disse...

Oh!Que bom que estás melhor, percebo que tens nova companhia em casa.Sinto pelos phones, lamento.(Os meus gatos também fazem estripulias e não gosto nem um pouco, a última? O lindo vaso de flores da sala - recém adquirido -estava aos pedaços no chão.Adivinhe quem foi? Três dicas: Ziggy, Flick ou Lilica.)

RBM disse...

tenho uma companhia nova sim. o belchior. uma conhecida minha encontrou-o abandonado e uma vez que aqui na minha casa ainda não tinha nenhum, resolvi-me a ficar com ela. a quem quero enganar, eu já não consigo ter uma casa sem animais. estragam coisas e dão trabalho mas são maravilhosos :)