terça-feira, 2 de outubro de 2012

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Afinal aquela história da Diana era, como alguns já previam, uma acção publicitária da Cacharel. No facebook da página os comentários multiplicam-se, uns dizem que vão tirar o like, outros desejam o fracasso da nova essência e consequente ruína da marca, há quem diga até que o pobre "Ricardo" devia apanhar uns sopapos de uma multidão enfurecida por defraudar deste modo expectativas românticas de cariz colectivo. Admito que não entendi  o fascínio viral por aquela história, não por ser uma cínica insensível mas porque, graças a deus, não preciso de me deixar inebriar por paixões alheias enquanto tiver as minhas. Aqueles que estão tão decepcionados com este fim porque deixaram de acreditar no poder do amor sugiro que hoje, ao chegar do trabalho a e em vez de mandarem vir com a sua cara metade que deixou o cocó do gato na caixa de areia, diga-lhe, pura e simplesmente, que  não consegue viver sem ela. Ser verdadeiramente romântico não é criar movimentos nas redes sociais, é criar movimento em casa, em nós.

5 comentários:

Izzie disse...

Tal e qual, não entendo como as pessoas criam laços emocionais com estas histórias, e nem vivem as suas. Invenções, invenções.

Márcia disse...

O verdadeiro romance é o que está em nós, em nosso lar, ao nosso lado.Não sei viver sem aqueles que me cercam, o resto é ilusão.

a mulher certa disse...

Lindo

Isa disse...

acho ainda mais inacrditável que o povo culpe a cacharel pela falta de romance nas suas vidas.

Cate disse...

Nem mais!