domingo, 12 de agosto de 2012

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Um explicação do "estado da arte". Ou da sua negação, consoante as cabeças julgadoras.

1 comentário:

noiseformind disse...

Deixa lá o JBO ganhar a vida, pá. Para o mim o pior da coisa é mesmo o sotaque da jornalista e não o que o jovem fez. O que é que o que ele fez tem de especial comparado com o que acontece no Natal todos os anos em muitas cidades lusas? Pra pior, quero dizer? E quantas vezes temos o prazer de ouvir a empressão "macrobiótica parabólica polaróide". Trata-se claramente de um autor local que para fazer aquela entrevista teve de fumar um charrito para se safar de se enfiar num buraco. 4:40: "diálogos sonoros... sónoros... só na hora..." loooooooooooooooooooooooooooool tipo zé cabra mas sem música: 5:17: éééééééééééé. 6:16: "acontece, acontece, acontece, acontece, acontece, acontece, acontece, acontece, acontece... e vai acontecer". 7:42: alavanca, alavanca, alavanca, alavanca, alavanca, anca, anca, anca, anca". E o final em beleza... "eu sou um saite especifique...", aquele uso ridículo de jargão de arte.

E depois há a big picture, claro. E que o coitado, por excesso de droga que lhe traz excesso de ego não perde tempo a analisar. O facto de a obra saite especifique dele já ter sido apresentada pelo menos por 6 artistas nos últimos 8 anos, a mais recente que conheço da finlandesa e muito mais conhecida (fora de capitais da cultura) Kaarina Kaikonen.

Mas pronto... pelo menos a coisa não chegou à televisão nacional... ou ainda pediam ao rapaz para devolver o dinheiro que recebeu para ir à loja chinesa comprar as camisas e material eléctrico...