segunda-feira, 30 de abril de 2012

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Após dias a fazer de conta que tal objecto não existe, pego no meu telemóvel 93. Vejo que tenho uma mensagem nova. Arritmia, respiração acelerada mas custosa, ondas de calor.  Conjugada com alegria, esperança, súbita crença nos pastorinhos de Fátima. Abro a mensagem e obviamente é o operador a impingir-me não sei o quê. Todas as manifestações corporais voltam lentamente ao normal. Tristeza, desilusão, súbito desprezo pela Humanidade. E assim, numa questão de segundos, passou-se do ponto alto para o baixo deste fim-de-semana.

Agora em imagens:




3 comentários:

Anónimo disse...

Estaria, muito mais feliz sem esse Amor. Nem era preciso ter um 93, só para esse efeito...bastava um 91 ou 96.

(gata branca)

Anónimo disse...

história da minha vida

Anónimo disse...

Detesto quando isso acontece, a ansiedade que cria. Às vezes, apetece-me processar o meu operador de telemóvel e algumas perfumarias e editoras por me enviarem mensagens a horas em que, obviamente, o meu coração pula de alegria, para nada...