segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O que pensar quando não recebemos nada do que gostamos no Natal?

Eu sou uma daquelas pessoas a quem é extremamente difícil escolher o que oferecer. Não tenho inteligência suficiente para gadgets modernaços, facto que é aliado a um amplo conceito de fidelidade - não sou invadida pela urgência de trocar o que me serve plenamente as minhas necessidades e me deixa feliz só porque aparece algo mais bonito no mercado. Além disso, a graciosidade inata da minha figura e da minha presença torna desnecessários os artíficios das roupas e acessórios de marca, dos perfumes caros.

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