segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

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Estou triste porque estou a cair para o lado de sono e amanhã vou ter um dia para lá de cheio, duas coisas que aliadas ou não me obrigam a ir para a cama e assim renunciar ao visionamento natalício do "Love Actually" - momento que marca oficialmente o fim do Natal e início da ressaca do mesmo. Não se façam de desentendidos, sabem bem o que é aquela sensação de euforia esgotada que só deixa para trás um rasto de exaustão, estar com a barriga inchada de comida, copos, cafés e mais cafés acompanhados com mais comida e mais copos e finalmente encontrarmo-nos sozinhos com a televisão da sala, a manta polar e aquilo que queremos mesmo acreditar que vai ser a última filhós. E depois -nem acredito que vou perder isto! - é ver o Hugh Grant, fabuloso como sempre a fazer dele próprio mas aqui versão primeiro-ministro britânico a enrolar-se com a secretária na festa da escola de um puto qualquer. É o "amor a acontecer". E o Colin Firth  à procura da Lúcia Moniz num bairro típico lisboeta para lhe dizer que a ama e  todos os figurantes dessa cena - homens e mulheres, idosos e bebés- terem uma barriga e umas mamas que pendem até à cintura e bigodes tão senhores de si de grandes que até deveriam ter nome próprio.

E eu cheia de sono...

*faço beicinho e despeço-me*

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