sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ontem voltei a ter uma insónia e eram duas da manhã quando comecei a ver o Gilda, um clássico noir que tinha para aí há cerca de uma década para ver e nunca mais. Gostei muito e agora fazia uma pequena exposição sobre a qualidade do cinema nesse tempo, que ia desde argumentos realmente interessantes e com detalhes originais, a romances censurados pela época com os beijos de boca fechada como imagem de marca mas que mesmo assim conseguiam ser sensuais para quem assiste, e a realização e a fotografia, ambas cheias de classe, nível, dá gosto ver. Fica para outro dia que vou para a praia, do Gilda só posso acrescentar que se um dia tiverem uma filha e quiserem ter a certeza que ela vai ser uma brasa, metam-lhe o nome de Rita.



5 comentários:

Piston disse...

Tenho adiado comentar este post porque estava com dificuldades em contradizê-lo. Tirando uma excepção de que me lembrei agora, não é de todo má regra.

RBM disse...

Eu não escrevo isto ao calhas, muito investigação sociológica, pah.

Piston disse...

No melhor pano cai a concordância quanto a género.

o anão gigante disse...

Podes ler o livro que a filha escreveu e perder alguma dessa admiração. Uma cobra esta gaja. Um talento imenso. Boa como milho.

Rita Maria disse...

Quer dizer, infalível infalível nao é.