domingo, 26 de junho de 2011

Auto - avaliação

Querer o melhor (atenção o "melhor mesmo", e não o "melhor que se pode arranjar") devia pressupor uma auto-crítica intensiva. Sem este juízo de prognóse, os resultados podem ser vergonhosamente catastróficos para quem, à semelhança de Ícaro, decide voar demasiado perto do Sol esquecendo-se da substância com que é feita as próprias asas. Arranjando uma ilustração mais actual, imaginem a Ronalda toda vestida de Dolce & Gabbana. Olhamos uma primeira vez; damos o benefício da dúvida e voltamos a olhar. Pura e simplesmente, não resulta e sabemos, numa malvadez mal-disfarçada mas muda, que a culpa não é da dupla italiana.

9 comentários:

Piston disse...

Olhamos a primeira vez e chamamos um exorcista. Não há direito a segunda volta.

RBM disse...

Isso és tu que és mau. Eu cá dou sempre uma segunda oportunidade às pessoas (excepto se à primeira me tiverem tentado esfaquear ou assim)

Piston disse...

Não convém chegar ao ponto em que não te dão a ti a segunda oportunidade. Convém agir primeiro.

RBM disse...

Se tiver essa atitude preventiva, é verdade que posso poupar-me a grandes doses de humilhação. Mas também, posso efectivamente perder a segunda oportunidade. Eu sou daquelas que digo sempre, vale a pena tentar.

Piston disse...

Sim. Tu és claramente uma pessoa desprendida e que não perde uma oportunidade...

Este blog tem duas autoras?

RBM disse...

Tem uma. Bipolar.

(mas tirando isso, o que eu estava a escrever não tinha nada a ver com desprendimento, era exactamente o oposto, só quem não é desprendido é que dá segundas oportunidades).

Piston disse...

Dá segundas oportunidades aos outros mas não a si próprio.

Rita disse...

Off- Topic. O tema do post não eram as novas oportunidades.

Piston disse...

Nunca houve tal confusão.