terça-feira, 14 de junho de 2011

Parte do meu problema é ter-me deixado sempre impressionar por histórias de amor maradas, tipo a do "Ada", onde ele cego de paixão até uma traição numa relação incestuosa lésbica lhe perdoou ou comover-me com os ciúmes da "Anna Karenina", que acabam por a mandar para a frente de um comboio. Desenvolvi um certo romantismo incurável mas definitivamente doentio que faz que não ache estranho estar como estou. Esqueci-me que é suposto as pessoas fartarem-se uma das outras, arranjarem substitutos e acima de tudo, principalmente, continuarem a foder pelo meio.

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