quinta-feira, 30 de junho de 2011

Medida da pena

O meu problema não foi o crime precedente - traduzidos em pequenos delitos de ganhos irrisórios - mas sim a prática do posterior branqueamento desse. Tratando-se de um crime de conexão, havendo esta tal necessidade de um cometimento de um ilícito anterior que origina o segundo, ele deve-se ter perguntado como me iria punir. Se fosse benevolente, teria optado pela consunção do primeiro pelo segundo, e a pena seria menor. Mas ele não leu isto, estas teorias do facto pós-compunido, não quis saber da conaturalidade da ocultação à prática de qualquer crime de título aquisitivo - que leigamente se traduz "quem faz porcaria tenta escondê-la sempre debaixo do tapete". Concluiu que ofendi-o em diversas facetas, em diversos bens, e neste caso, não há como fugir ao concurso efectivo e a uma sanção especialmente agravada.

5 comentários:

Piston disse...

Tenta drogas. Já não aguentamos.

RBM disse...

O que é que "já não aguentamos?

Piston disse...

Esse aparafusar.

RBM disse...

Tens bom remédio. Tu e a personalidade colectiva que me diz " já não aguentamos". Se quiserem-me continuar a ler, tomem vocês drogas, porque eu não vou deixar de escrever o que me apetece por "vocês".

Piston disse...

Não "esperávamos" outra coisa.