segunda-feira, 14 de março de 2011

Uma pessoa arranja um tempinho extra e decide-se a vir almoçar a casa. Enquanto se tem um semi-colapso nervoso porque é informada que amanhã tem um teste (a sequela de um primeiro, que já correu mal e cuja nota ainda se desconhece mas não se augura boa), fazem-se rebuscados cálculos do tempo que ainda se vai dispender na Loja do Cidadão (supostamente com hora marcada mas é melhor não confiar num ideal funcionamento do serviço público) e pensa-se no escritório, para o qual, ainda se devia voltar. Todavia, o pior foi acompanhar as minhas courgettes com salmão com o programa da Trya, que já não via há muito tempo. Uma senhora com ar andrógino dizia "Eu apaixonei-me pelo Buck por ele ser muito homem. Ele é muito homem! Mas tem uma vagina, e eu não tenho problemas com isso. Aliás, adoro-a!" - o Buck, sentado ao lado, com uma careca reluzente e com uns pélos faciais ralos aparados em pêra, ria-se. Não perdi o apetite que não sou cá de me impressionar mas o meu intelecto vomitou-se todo.

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