quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Não sei se estou num estado de falsa ociosidade ou de falsa ocupação. Na realidade não tenho tempo para iniciar uma ponta de vida própria mas tenho o quarto desaparecido em material preparatório para quatro trabalhos que tenho de fazer no próximo mês e para os quais ainda não movi um dedo. Sinto-me cansada mas sinto que nada de substancial é realmente feito, apesar de durante todo o dia fazer coisas ininterruptamente. A ocupação é o que faz a vida e como tal, é como ela. Só ganha matéria com a felicidade.

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